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Suspensão do passe livre estudantil gera polêmica em Manaus

Decisão surpreendeu alunos e resultou em cobranças nas instituições locais.

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Suspensão do passe livre estudantil gera críticas na CMM e na Aleam

A decisão de suspender o passe livre estudantil para alunos da rede pública em Manaus causou alvoroço entre os estudantes, que se depararam com a restrição diretamente nas catracas dos ônibus. Sem aviso prévio, muitos foram forçados a buscar alternativas para conseguir chegar às escolas, como pedir ajuda a familiares para arcar com o custo das passagens.

Repercussão nas câmaras legislativas

Tanto a Câmara Municipal de Manaus (CMM) quanto a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) foram palco de críticas em relação a essa medida. Na CMM, vereadores exigiram a apresentação de documentos que comprovem os repasses financeiros do Governo do Amazonas para custear o transporte estudantil. A falta de repasses adequados foi apontada como um fator que compromete a operação das empresas de transporte, além de gerar riscos de paralisações, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).

Discussões na Assembleia Legislativa

Na Aleam, o tema também ganhou destaque no plenário. Vários parlamentares expressaram sua preocupação de que o bloqueio do passe livre e outros benefícios para estudantes pudesse impactar negativamente a mobilidade dos jovens. Durante as discussões, foi sugerido que uma reunião fosse agendada entre as partes responsáveis pela gestão e custeio do passe livre, com o objetivo de esclarecer responsabilidades e retomar o serviço.

Desafios enfrentados pelos estudantes

Além da dificuldade em acessar o transporte, os alunos relataram preocupações com a segurança pública, especialmente ao manusear celulares e dinheiro nas paradas de ônibus. Muitos expressaram a insegurança de se deslocar até terminais de integração, como o Terminal 1 (T1), o que agrava ainda mais a situação.

A suspensão do passe livre estudantil não apenas afeta a rotina de milhares de alunos, mas também levanta questões sobre a responsabilidade do governo em garantir o acesso à educação. A expectativa agora é que as discussões nas câmaras legislativas resultem em uma solução que restabeleça o benefício e assegure a mobilidade dos estudantes.

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