Na última terça-feira (27), o brasiliense Seu Clodomir, de 69 anos, conquistou a cobiçada faixa azul no jiu-jítsu durante uma cerimônia emocionante no Dojo Rufino, em Brasília (DF). Seu desempenho não apenas impressionou os presentes, mas também trouxe uma mensagem poderosa sobre respeito e inclusão.
A comemoração e o suporte dos colegas
O evento foi amplamente registrado nas redes sociais da academia e destacou a camaradagem entre os praticantes. Clodomir foi guiado até o local da cerimônia pelo professor Francisco Rufino, que fez uma brincadeira ao anunciar a conquista: “Tá pensando que só o céu que é azul?”, gerando aplausos calorosos entre os presentes.
A importância da inclusão e amizade
Durante seu discurso, Clodomir enfatizou o valor da união entre os alunos e declarou que considera o dojo como sua segunda casa. Ele afirmou: “Eu aqui não vejo graduação, eu vejo pessoas, gente. Cada um aqui é igual”. Essa visão reflete sua profunda conexão com os colegas e a filosofia que permeia o ambiente da academia.
Dedicação e respeito no tatame
Além de suas conquistas no jiu-jítsu, Clodomir também pratica judô e está se preparando para alcançar a faixa marrom nessa modalidade. Ele compartilhou que treina de segunda a sexta-feira sem ter sofrido nenhuma lesão, ressaltando a importância do respeito mútuo entre os praticantes para uma convivência harmoniosa no tatame.
O professor Francisco Rufino expressou sua esperança de que a trajetória de Clodomir sirva como um exemplo inspirador, incentivando outros a acreditar em seu potencial e a superar suas dificuldades.
Ao final, a história de Seu Clodomir não é apenas uma conquista pessoal, mas um verdadeiro testemunho de força e resiliência que toca o coração de todos que acompanham sua jornada.







